Skip to content

De onde você acessa seus e-mails?

15 de junho de 2012
by

É cada vez mais significativa a entrada de dispositivos móveis no cotidiano das pessoas. Com essa crescente, muitos hábitos corriqueiros também vão se modificando aos poucos. Um deles diz respeito à leitura de mensagens, despertando a grande pergunta: onde você lê seus e-mails?

Uma recente pesquisa da Return Path apontou que 23% dos usuários leem e-mails somente por celulares ou tablets. O webmail vem com 44%, seguido por aplicativos de desktop, como Outlook, com 33%.

É possível verificar que as plataformas móveis estão ganhando terreno no acesso ao e-mail, com um crescimento de 34% em relação ao último estudo realizado pela empresa. Já o webmail e o desktop tiveram quedas de 11% e 9,5%, respectivamente.

“Hoje, uma em cada cinco pessoas lê os e-mails em dispositivos móveis e tudo indica que este número irá crescer ainda mais por causa da facilidade de acesso aos tablets”, afirma Louis Bucciarelli, country manager da Return Path no Brasil. O estudo ainda apontou que o uso do iPad, tablet da Apple, para acessar e-mail cresceu 73% em aberturas de mensagens.

A pesquisa da Return Path apontou ainda que os dias da semana afetam a forma com que o e-mail é visualizado. Durante os finais de semana é possível identificar uma forte queda no uso do desktop, levando a uma alta correspondente na utilização de mobile e webmail. Porém, o mobile apresenta certa constância, o que representa a crescente utilização da plataforma.

Imagem

Esse último ponto ressalta a importância de se conhecer profundamente o perfil dos clientes. “É importante conhecer o usuário, você precisa saber como o e-mail será visto, para assim potencializar os resultados, atribuindo muito valor ao canal de e-mail marketing”, explica Bucciarelli.

A partir daí, estudos de benchmarking são ideais para estar-se atento às modificações de mercado, o que auxilia na elaboração de estratégias de marketing e torna-as responsáveis por guiar as campanhas, respeitando as preferências de cada cliente, levando o sentido de relevância muito além de conteúdo.

“A partir do momento em que você passa a se comunicar com o usuário pela plataforma de preferência dele, as chances de abertura e interação com as campanhas são maiores. Nesse caso, não há como não relacionar com as boas práticas: ser relevante, conveniente e desejado. Seguindo esses passos e respeitando os anseios e características de cada consumidor, os resultados certamente serão potencializados”, acredita Marco Salvi, da Experian.

Para o especialista, há algumas dicas de como identificar a forma preferida dos usuários para receber e-mail: “a primeira seria logo no opt-in, em que você perguntaria a plataforma mais utilizada pelo usuário e a partir daí segmentaria o envio desse template. Já no caso da base extensa, é possível fazer essa identificação a partir das métricas de visualização geradas pela ferramenta de disparo de e-mail marketing, ou então realizar uma pesquisa dentro da sua própria base”, finaliza Salvi.

Fonte: http://mundodomarketing.com.br/blogs/marketing-digital/24012/de-onde-voce-acessa-seus-e-mails-.html

A desconexão entre marcas, pessoas e agências

14 de junho de 2012
by

Este post é mais uma provocação do que uma análise. Há integração entre o que a agência faz online pela marca e o que esta faz efetivamente no offline?

Estive vendo alguns slogans de agências digitais e de comunicação em geral. Muitas exaltam, em suas chamadas, a questão da humanização das marcas, da aproximação de marcas e pessoas, do relacionamento, do engajamento. Mas será que as empresas estão em sinergia com o pensamento e com as práticas das agências?

Minhas experiências e de outros profissionais próximos me fazem crer que a dificuldade de integração de agências e empresas nesse objetivo reside principalmente em duas questões fundamentais: não cuidar do offline antes de adotar o online e encarar as mídias sociais como se a principal utilização corporativa delas fosse prospecção de vendas.

A agência faz todo o trabalho bonitinho de blogagem, pauta, produz e revisa conteúdos; faz todo o gerenciamento dos perfis da empresa nas mídias sociais, com recomendações de links, reporta as mensagens diretas para o atendimento da empresa, mas as soluções e as respostas não chegam aos clientes e prospects que interagem com a empresa pela web. E agora? Como fazer?

Imagem

A mensagem seguinte, de um amigo no Facebook, parece até engraçada.

“Cliente que liga reclamando que você não está fazendo as mídias sociais bombarem porque ele quer vender.”

Paciência e bom senso a esse cliente, que ele merece.

Esse cliente acabou de entrar no ônibus e já quer sentar na janela. É isso mesmo? Ou eu estou errado?

Conteúdo, consistência, relevância, relacionamento… Tudo isso foi pro espaço?

Fiquei questionando: meu Deus, como é que as mídias sociais vão bombar no primeiro mês, sem amigos, sem followers, sem advogados da marca, sem consumidor engajado? Por outro lado, pensei: a agência desse meu amigo do Facebook não evangelizou e explicou as etapas nas mídias sociais para esse cliente? Ou será que o apelo pra fechar um contrato foi tamanho que prometeram que as mídias sociais – sozinhas – fariam aumentar as vendas logo na primeira semana, como uma promoção de vendas explosiva?

A provocação/reflexão é essa: as agências podem cuidar perfeitamente das mídias sociais, do online, do remoto. Mas, e quando for para o físico, para o offline, onde a comunicação não é persuasiva e a marca continua fraca, onde o atendimento é precário, onde o pós-venda inexiste, onde as reclamações de tão rotineiras são relegadas ao esquecimento?

Como lidar com essa questão e tentar resolver a falta de sinergia e identidade?

 

 

Fonte: http://midiaboom.com.br/2012/06/06/a-desconexao-entre-marcas-pessoas-e-agencias/

A importância das métricas do e-mail marketing

13 de junho de 2012
by

Imagem

A análise de resultados das campanhas de e-mail marketing, quando bem feita, abre inúmeras possibilidades de se extrair o máximo de retorno de uma nova campanha de relacionamento direto.

Além da elaboração de uma campanha dentro das boas práticas de e-mail marketing, mensurar os resultados faz com que pontos importantes possam ser referências para os próximos envios. Para auxiliar nesse processo de análise das campanhas, a VIRID traz algumas dicas para utilizar essas métricas dentro da campanha de e-mail marketing.

– Taxas de abertura: É a métrica mais trivial. Ela é responsável por indicar a quantidade de usuários que abriram uma mensagem. Basicamente, a taxa de abertura será definida pelo conteúdo que a mensagem propõe e pela lista de contatos segmentada conforme o interesse do público. Desenvolver assuntos e conteúdos relevantes, testando opções até encontrar a que desperte mais interesse do público-alvo, é a melhor forma de aumentar a taxa de acerto.

– Número de cliques: Antes de qualquer coisa, é necessário apostar em links, de preferência com texto de outra cor, para chamar bastante a atenção dos usuários. Por conta do crescente número de vírus que se propagam muito rapidamente, a maioria dos usuários tem medo de clicar em qualquer e-mail. Por isso, quanto mais segura a pessoa se sentir, mais e-mails ela abrirá. Uma dica que pode mudar o resultado da campanha é variar a forma de abordagem ao convidar o contato a clicar em um link.

– Indicador de Cliques: Permite que o remetente da mensagem conheça quem clicou em cada link e torna a comunicação muito mais segmentada, uma vez que ele consegue direcionar novas mensagens baseado nos interesses dos cliques. Utilizar essa estratégia após cada envio segmenta cada vez mais as ações.

– “Se você não deseja mais receber nossos e-mails, cancele sua inscrição aqui”: Entender profundamente o que essa frase significa é uma forma indireta de compreender o que os destinatários estão querendo dizer. Pode ser que as mensagens disparadas estejam sendo muito repetitivas ou que o conteúdo esteja muito abrangente e sem foco. Analisar o retorno da ferramenta de e-mail marketing que oferece o motivo pelo qual o usuário cancelou o clique é importante para entender por que ele está deixando de receber seus envios.

– Análise dos índices de segmentação: Analisar a base de contatos de forma segmentada, considerando idade, sexo, região e interesses, auxilia muito no ajuste de campanhas conforme a necessidade da base de contatos.

 

Fonte: http://mundodomarketing.com.br/blogs/marketing-digital/23982/a-importancia-das-metricas-do-e-mail-marketing.html

Mercado publicitário cresce 13,89%

12 de junho de 2012
by

Cinema, TV paga e internet registraram maiores altas; TV aberta lidera share, com 65,39% do total.

O investimento publicitário alcançou R$ 6,5 bi entre janeiro e março deste ano e cresceu 13,89% (sem descontar a inflação) em relação ao mesmo período de 2011, revela o Projeto Inter-Meios. O faturamento publicitário no primeiro trimestre do ano passado foi de R$ 5,7 bilhões. 

Todos os meios receberam mais investimentos em 2012 do que no ano passado, com destaque para Cinema, que cresceu 38,45%; TV por Assinatura, com 27,14%; Internet, com 24,85% de aumento. Em perspectiva, esses têm sido os meios com os maiores registros de crescimento nos últimos relatórios do Inter-Meios. O menor crescimento foi verificado em Revista, com 0,92%. 

A posição das maiores receitas publicitárias e participação no share permanecem inalteradas, com liderança da TV Aberta (65,39%), Jornal (11,93%) e Revista (5,53%). Desde janeiro, o Projeto Inter-Meios registra os investimentos nas operações online dos jornais, que, no trimestre, alcançaram 0,43% do total investido. As menores participações no bolo publicitário são de Cinema (0,26%) e Guias e Listas (0,9%) (veja detalhes no gráfico abaixo).

Projeto Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia no País a partir dos dados de faturamento publicitário fornecidos diretamente pelos veículos. O Meio & Mensagem coordena o projeto. 

Imagem

 

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/06/11/Mercado-publicitario-cresce-13-89-no-trimestre.html 

 

Hora da Dica – Dicas de livros (Com ênfase em Relações Públicas)

11 de junho de 2012
by

Para quem gosta de ler, aqui estão algumas dicas para o assunto comunicação (claro, com mais ênfase em Relações Públicas).

1- “Comunicação Organizacional. Linguagem, Gestão e Perspectivas” Kunsch. Margarida M. Krohling.

Imagem

2- “Gestão Estratégica Em Comunicação Organizacional e Relações Públicas” Kunsch. Margarida M. Krohling.

Imagem

3-“Media Training” Lucas. Luciane.

Imagem

E para quem quer uma leitura mais leve, eu recomendo que leia “Cartas A Um Jovem Relações Públicas. Construindo Relacionamentos” da autora Lala Aranha. Ela dá conselhos muito valiosos para quem segue ou quer seguir essa profissão.

Imagem

 

Fonte: http://midiapublicitaria.com/hora-da-dica-6-dicas-de-livros-com-enfase-em-relacoes-publicas/

Hora da Dica – Conceitos básicos para um layout

6 de junho de 2012
by

Imagem

Para quem cursa Publicidade, independentemente do semestre, uma hora terá que escolher: Criação ou Marketing. É comum vermos pessoas falando: aula de Desenho? Aula de instrumentação? Aula de design? Não me importo, eu vou pra Marketing. Um sério erro.

Por outro lado, com o bombardeio de informação, pessoas leigas começam a se preocupar com a estética, seja em seus relatórios, currículo ou trabalhos de faculdade. A apresentação de um projeto conta. E MUITO. Foi pensando nisso que Robin Willians, compôs o livro “Design pra quem não é designer”, que dá quatro dicas básicas para uma boa diagramação de layout.

1º – Proximidade

Agrupe os elementos que estejam conectados de alguma forma. Informações soltas confundem o leitor e dificulta o entendimento do texto. Crie tópicos. Divida suas informações. Por exemplo, em um cartão de visitas, não espalhe as informações nos quadros lados do retângulo de 8x5cm. Em seu currículo agrupe no topo todas as suas informações pessoais. Não deixe para citar seu telefone separado do seu e-mail.

2º – Alinhamento

É uma tendência do olho humano procurar algo que sirva como guia. Por exemplo, quando um texto está justificado, você não enxerga em forma de bloco? Seu olho automaticamente cria duas “réguas” dos dois lados, auxiliando a leitura. Evite espalhar as informações. Não ponha o título no centro, seu nome à esquerda e sua turma à direita. Isso confunde o leitor. Para textos compridos, sempre utilize o alinhamento justificado.

3º – Repetição

Você já percebeu que na diagramação de um livro todos os capítulos se iniciam da mesma forma? E em um site? Todos os posts seguem um padrão. Esse sistema é chamado de repetição. Ela pode ser desde a tipografia utilizada a uso de ícones em cada tópico. Quando o leitor olha superficialmente o seu texto, se ele tiver repetição, ficará claro para o leitor aonde estão os agrupamentos de informações devido ao padrão.

4º – Contraste

Observe esse post. Cada dica está em negrito. Além da técnica da repetição, pois há um uso de um número, um grafismo e letras sempre nessa ordem, também foi utilizado o contraste. Isso ajuda muito a localizar quando um novo item está sendo abordado, dando inicio a um agrupamento. Também pode ser utilizado para destacar uma palavra ou informação. Mas tome cuidado, para utilizar o contraste, ele de ser evidente. Não adianta tentar contrastar uma tipografia 12px com uma de 13px. Parecerá um erro de digitação, portanto, seja ousado!

Conclusão

Observe no exemplo abaixo. Temos a composição de um layout que obedece às 4 regras. Existe um agrupamento das informações que se relacionam de alguma forma, e nessas informações temos a alteração proposital da tipografia, a fim de gerar um contraste. Também observamos esse último recurso na tarja preta, que se contrapõe ao fundo branco.

Imagem

 

Fonte: http://midiapublicitaria.com/hora-da-dica-4-conceitos-basicos-para-um-layout/

Hora da Dica – O surgimento de uma ideia

5 de junho de 2012
by

Imagem

Recentemente estive lendo um livro que trata sobre o surgimento das grandes ideias no mundo, da invenção da roda até a web. Ideias não surgem do nada e poucas vezes são concebidas por apenas uma pessoa. Se, no passado, tínhamos o modelo de escritório onde todos os funcionários estavam necessariamente separados, hoje já se entende que um ambiente descontraído e com contato entre as áreas é um local propicio à criação, sendo o maior exemplo as próprias agências de publicidade. No vídeo abaixo, produzido pela Lisn Music em parceria com a Yum Yum para a agência Young, temos a perspectiva da evolução de um conceito, sofrendo a intervenção de diversos fatores externos:

http://vimeo.com/22742046

Existem basicamente seis conceitos-base para a criação (ou para o surgimento de novas ideias) de acordo com Steven Johnson: o possível adjacente, redes líquidas, a intuição lenta, serendipidade, o erro e, por fim, a exaptação, porém os trataremos de forma simplificada. A originalidade e o diferencial são sempre exigidos por qualquer cliente, portanto devemos sempre estar exercendo nossa criatividade individual e também coletiva, que é o principal estimulador do surgimento delas.

1. Possível adjacente

Imagine que sua ideia é uma peça do quebra-cabeça. Porém, sozinha ela não forma nada e, uma hora ou outra, acaba se perdendo. O possível adjacente é as possíveis ideias que estão ao seu redor e que podem complementar o seu conceito. Tentar resolver toda uma equação de forma individualista acaba por fechando a visão, muitas vezes não percebendo erros e novas possibilidades. As próprias agências revelam isso: a equipe de criação é sempre composta por um redator e um diretor de arte, afim de que novas ideias sejam agregadas no projeto. Para ficar mais claro, em invenções feitas de forma individual, temos o pote com tampa de rosca e o ar-condicionado. Em contrapartida, temos como projetos coletivos a própria internet, o telefone, a fotografia, a televisão e o automóvel.

2. Redes líquidas

Aqui trataremos sobre o ambiente de surgimento de uma ideia de criação. Ambientes com diversidade cultural, preenchidos por pessoas diferentes com ideias diferentes, tendem a proporcionar o surgimento de novos conceitos. Porém, atente-se ao fato de que o conceito carrega o título líquido. Isso significa que, se o ambiente for gasoso, suas ideias são facilmente dispersas e têm pouca utilidade, ao passo que, se ele for sólido, dificilmente haverá contribuição de mais de uma pessoa. Aquela imagem de um criativo na praia tendo um insight é passado ou, em minha opinião, é mito.

3. Intuição Lenta

Amadurecimento. Essa é a ideia. É fato que escolhemos uma profissão imediatista, tendo poucos dias, talvez horas, para solucionar um briefing. Porém, as boas ideias surgem de forma lenta, agregando novas opiniões e sendo alterada e amadurecida. A própria World Wide Web surgiu inicialmente de um freelance ocioso para acompanhar as atividades dos colegas, sendo amadurecido até conectar os computadores de todo o mundo.

Imagem

4. Serendipidade

Como já foi dito, os bons conceitos, para o nosso caso, as boas propagandas, são feitas por mais de uma pessoa em ambientes que sejam propícios para esse contato. A serendipidade é o encontro de forma inesperada entre duas ideias. Muitas vezes, você tem um objeto na cabeça, mas sente que algo falta para completá-lo. Muitas vezes algo que alguém fala ou faz, dá aquele click e, por fim, temos uma conclusão. Mas para isso, não adianta se excluir em um escritório ou em seu quarto. A serendipidade depende do seu repertório. Frequente lugares. Saia com seus amigos e aumente sua bagagem cultural. Muitas vezes a resposta estará aonde você menos espera.

5. Erro

É isso mesmo. Não pense que, ao errar, todo o projeto foi comprometido. E pior!, nem o despreze. O erro é uma das maiores portas para encontrar uma solução. Porém, é claro, o excesso do erro é fatal. O ditado já disse: errar é humano, mas permanecer no erro é burrice.

6. Exaptação

Sabemos que a incubadora para recém-nascidos veio da ideia de um cientista que analisava os pintinhos sendo aquecidos pela palha. A prensa de Gutemberg foi inspirada no sistema de pressão nas uvas para obter seu suco. Enfim, a exaptação é a adaptação de uma ideia que está em um contexto totalmente diferente e inseri-lo em algo novo. Para a publicidade, isso pode ser desde os pôneis infantis usados em uma propaganda com público adulto-masculino, até uma criança fantasiada de Darth Vader para uma montadora de carros. Deve aqui ser frisado que a exaptação não é a cópia, mas sim, a transfusão de uma ideia para um contexto totalmente diferente.

Por fim, concluímos que as boas ideias publicitárias nascem de um conjunto de pessoas em um ambiente que inspira a criação, amadurecendo suas ideias e não negando o erro. Muitas vezes, esses conceitos são feitos por colaboração ou por adaptação de algo já existente. O mercado já se atentou para isso, e os novos profissionais devem estar preparados para trabalhar em equipe, procurando novas soluções para atender aos clientes.

Biografia: De onde surgem as boas ideias, Steven Johnson, ed. Zahar

 

Fonte: http://midiapublicitaria.com/hora-da-dica-5-o-surgimento-de-uma-ideia/